
Quebrados os sonhos, ficam dispersas quilhas de navio, como corações bizarros, despidos de cor.
Os pés caminham e são continentes dispersos no mundo,
como se o corpo pudesse simultânemente entregar-se ao mar e permancer em terra.
Assim cantam os desejos, mas nada do que essa parcela lírica semeia pode ser levado demasiado a sério.
Esse desejo pode cegar e entorpecer a pele.
Um corpo, precisa de corpo para se saber.
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